Regra geral, as lactantes não devem fazer uso de adoçantes artificiais. Excepções podem ser os casos das mulheres diabéticas ou obesas. A sacarina, o acelsulfame K, a sucralose e o aspartame parecem seguros, mas os estudos que procuram avaliar a utilização destes adoçantes durante a gravidez e a lactação são escassos e pouco reveladores dos efeitos a longo prazo. Sabe-se que a sacarina e o acelsulfame-K passam para o leite materno, mas não foram relatados efeitos adversos para os recém-nascidos que tiveram contacto com estas substâncias.

Mulheres grávidas com fenilcetonúria ou lactantes de bebés com fenilcetonúria não podem, de maneira alguma, consumir aspartame. A lactante deve ser orientada a substituir o adoçante por quantidades de açúcar cada vez menores para adoçar as bebidas e os iogurtes naturais (1 colher de chá ou ½ pacote). Outras opções são o mel e os doces de frutas sem açúcar, em quantidades semelhantes às referidas para o açúcar.
Bibliografia consultada: 13